A Contabilidade existe desde os primórdios da civilização e durante um longo período, foi tida como a arte da escrituração mercantil. Utilizava técnicas específicas, que foram se aperfeiçoando e especializando, sendo algumas delas aplicadas até hoje. Período que se inicia com a civilização do homem e vai até 1202 da era Cristã quando apareceu o LIBER ABACI, de autoria de LEONARDO PISANO.
Período que vai de 1202 da era cristã até 1494, quando apareceu o TRATACTUS DE COMPUTIS ET SCRIPTURIS (contabilidade por partidas dobradas), de FREI LUCA PACIOLO, publicado em teoria dos números positivos e negativos, obra que contribuiu para inserir a contabilidade entre os ramos do conhecimento humano.
Período que vai de 1494 até 1840, com o aparecimento da obra LA CONTABILITÁ APPLICATTA premiada pelo governo da Áustria. Obra marcante na história da contabilidade. O período cientifico inicia-se em 1840 e continua até hoje.
As alegorias e símbolos desta matéria não representam cópia fiel de representações existentes, eis que decorrem de livre interpretação que porventura venham a ser atribuídas aos mesmos, e isto porque no mundo fenomênico das artes não se estabelecem limites à pesquisa.
- Dia 25 de abril: Dia do contabilista
- Dia 22 de setembro: Dia de São Mateus (Patrono dos contabilistas)
Asas: Símbolo da diligência, ou seja, a presteza, a solicitude, a dedicação e o cuidado ao exercer a profissão.
Elmo: Peça de armadura antiga que protegia a cabeça. Significa a proteção aos pensamentos baixos que leva a ações desonestas.
Bastão: Simboliza o poder de quem conhece a Ciência Contábil, que tem por objeto o patrimônio de quaisquer entidades.
Serpentes: Simbolizam a sabedoria, isto é, o quanto se deve estudar antes de agir, para escolher o caminho correto e ao mesmo tempo mais vantajoso para o cliente.
Pedra: Turmalina Rosa Clara, ladeada de Diamantes.
Aro: De um lado, o Caduceu de Mercúrio, que é a insígnia do Deus do Comércio (bastão que representa o poder, com duas Serpentes entrelaçadas, simbolizando a sabedoria; e o capacete com duas Asas que representam Atividade e Diligência); do outro, as Tábuas da Lei, com a legenda "LEX".
São Mateus foi um contabilista. Atuava na área da Contabilidade Pública, pois era um rendeiro, isto é, um arrendatário de tributos. O exercício da sua profissão exigia rígidos controles, os quais se refletiam na formulação do documentário contábil, sua exibição e sua revelação. Escriturava e auditava.
Dono do caduceu, objeto mágico capaz de transformar em ouro aquilo que tocasse, o deus Mercúrio foi escolhido como um dos símbolos da Contabilidade, ciência que garante a gestão eficiente dos negócios. Cultuado como o deus propiciador da fortuna, Mercúrio representa o papel exercido pelos Contabilistas nas empresas.
Chamado de Hermes pelos gregos, Mercúrio é filho do deus Zeus e da ninfa Maia e irmão de Apolo. Por ter gênio para a permuta desde o nascimento, Mercúrio é também o deus do Comércio. Seu talento com as palavras rendeu-lhe o título de deus da Eloqüência e a função de mensageiro de Zeus.
Mercúrio era o deus mais ocupado, possuindo mais encargos do que os demais. Sua importância fica demonstrada pela freqüência com que ele aparece na mitologia. Inteligente e perspicaz, inventou a Lira, feita com casco de tartaruga. O instrumento musical foi dado a Apolo, que se encantou com o objeto e, como retribuição, presenteou o irmão mais novo com o caduceu.
Este objeto, que para os romanos indicava equilíbrio moral e boa conduta, também é um símbolo da Contabilidade. O caduceu é formado por um bastão, duas serpentes, um elmo e um par de asas que expressam, respectivamente, poder, sabedoria, diligência e pensamentos elevados